quinta-feira, 3 de junho de 2010

Aniversário do Diego parte 2: A saga do bolo.

Bom, curtir a festa foi a melhor parte! O pior foi ter que organizá-la! Para começar, eu e a Karine combinamos de fazer o bolo. Ela viria para a minha casa e nós faríamos a bagunça aqui na minha cozinha.

Beleza! Dei as devidas coordenadas para que ela achasse o local onde eu “me escondo” e fiquei esperando por ela na hora combinada. Só que a Karine se perdeu e desceu uns dois km antes da minha casa. Para piorar, o celular dela descarregou e eu não consegui mais falar com ela. Fiquei desesperada! Se acontece alguma coisa com ela a culpa é minha! Depois de uma meia hora de desespero ela me liga a cobrar de um orelhão, dizendo que veio andando pela rua e que estava perto do CIEP que tem perto da minha casa. UFA! Essa menina tá viva! Graças a Deus!

Minha avó foi buscá-la, só que nem adiantava mais pedir a ajuda dela, pois eu já estava com o bolo quase pronto. Só faltava fazer a cobertura e terminar de montar. Ela me ajudou a fazer o que faltava e ainda carregou um monte de coisa pesada pra mim. Tadinha da Karine: magrinha do jeito que ela é, pegando uma bolsa pesada, cheia de treco dentro e ainda por cima levando o meu fichário e o caderno do Leandro na mão.

E eu com o bolo. Segundo problema: como nós iremos fazer para levar esse bolo da minha casa até o GPI? Resposta: Vamos de kombi, pois ir dentro de um ônibus “sacolejante” com esse bolo na mão não vai dar certo! O bolo vai parar lá na cabeça do motorista. Ao pegar a kombi, percebemos que a kombi não era a solução desse problema, mas sim o início de um problema maior. Pelo fato de estarmos em um engarrafamento, o motorista inventou de cortar caminho. O atalho que ele pegou era cheio de curvas e quebra-molas. Eu já estava aflita com aquele bolo na mão. Na minha cabeça eu imaginava aquele bolo voando na cara do motorista da kombi. Ou pior: voando pela janela da kombi afora.

Fiquei que nem equilbrista segurando aquele negócio. Minha mão já estava toda suja, pois o recheio do bolo começou a escorrer pelos lados do prato e a gente nunca que chegava ao nosso destino. No meio do caminho ligamos umas 500 vezes para  nossa amiga Ívia. Não podíamos deixar o Diego ver o bolo, os salgados, as bexigas e tudo o mais que estávamos planejando para ele.  Iniciava-se aí o terceiro problema: onde guardar tudo isso? Ela conseguiu resolver para nós. Falou com o inspetor do colégio e ele arranjou uma sala para guardar tudo aquilo.

Chegamos no ponto final da kombi desesperadas, com medo do Diego nos ver entrando no colégio com o bolo. Saímos correndo com o bolo na mão e entramos no curso. Escondemos o bolo e entramos na sala desesperadas. Durante a aula de Matemática compramos os salgadinhos e as bebidas, terminamos de montar o bolo e ….. voilá: estava pronta a surpresa.

E depois de tanto sacrifício e de todo mundo tentar me agradar dizendo que o bolo estava bom,ele ficou assim: DSC02856

 

O que importa é que no fim deu tudo certo. :)

Beeijoos ! Fuui ; )

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